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O edifício colaborativo

June 21st, 2011

CIA2

Postado por: Núcleo de inovação CIA2

Dando continuidade no que foi abordado no último post sobre marcas que são feitas com as pessoas, recebi uma dica bacana de outra referência que vale destacar.

 

Aqui no Brasil, a construtora Gafisa deu um passo adiante no processo de consolidação da sua presença digital, criando uma projeto colaborativo, centralizado no Facebook.

Na primeira fase do projeto, qualquer pessoa poderá sugerir, através da fanpage, o nome do prédio que será construído.

Na próxima etapa serão sugeridas ideias para os apartamentos, para as áreas de lazer, sobre sustentabilidade e também sobre tecnologia. Algumas dessas sugestões serão testadas no programa “Testando grandes ideias”. Serão vinte programas veiculados no Discovery Channel a partir de julho.

O projeto terá seu fim em setembro quando as todas as ideias selecionadas serão encaminhadas para a área de projetos da Gafisa, para concepção desse edifício.

Depois de mostrar ao mundo o poder da co-criação na produção de um carro colaborativo, com o projeto nacional do Fiat Mio, o Brasil é mais uma vez protagonista de uma estratégia que ilustra a força do envolvimento de consumidores com as marcas, através do digital.

A dica é do Renan Abranches

Artigo by: Gabriel Jacob

Marcas são feitas com as pessoas

June 20th, 2011

CIA2

Postado por: Núcleo de inovação CIA2

Co-criação, redes sociais, interatividade, anúncio de televisão e internet. Nada disso é novo, certo?! O que não é assim tão comum são as possibilidades de conseguir mesclar esses formatos, tendências e inovações.

Alguém uma vez comentou que o Facebook era a nova Rede Globo, devido ao grande número de marcas e anunciantes estarem investindo em um espaço com um nível importante de audiência.

Mas a grande diferença de um Facebook para uma Rede Globo é a possibilidade de interação e engajamento. Algo que uma emissora de televisão, e não importa qual seja ela, ainda não consegue fazer.

Em uma rede social qualquer como o Facebook, a mensagem da marca pode ser reverberada, passada a diante e viralizada.

Vantagens como essa tornam o Facebook, a única grande rede social capaz de suportar presenças efetivas de marcas e ativações de marketing, essa Rede Globo da internet.

Outro modelo de envolvimento de marca com consumidores é a co-criação, mas que também não é nova.

Mas o que é a co-criação na sua essência? É um ato social que contempla a participação de pessoas na produção/criação de alguma coisa que é, na realidade, executado por uma corporação.

Agora, imagina como pode ser valioso para uma marca juntar co-criação e rede social para potencializar o envolvimento com as pessoas, ou melhor, com os consumidores. É o social intrínseco à marca, de verdade.

É exatamente isso que a Volkswagen está fazendo no Canadá.

Ela foi ao Facebook, se aproveitou da sua fanpage regional (veja aqui) e inseriu ali uma campanha que convida os consumidores a ajudarem na criação de um novo comercial da montadora.

Mesmo ainda na primeira fase da campanha, a Volkswagen está conseguindo receber muitas participações por facilitar o processo de envolvimento, que ocorre de forma orgânica na rede social.

Vamos pegar esse exemplo para tê-lo como aprendizado. As pessoas são feitas de estímulos, e as marcas, hoje, são feitas com as pessoas.

Fonte: Proxxima
Artigo by: Gabriel Jacob

Tempos Modernos

October 16th, 2008

Otavio

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Sou da geração aquela do Nokia 5120. Nossa! Quem tinha um daqueles aparelhos na sala de aula era visto como o riquinho da escola. Era perfeito. Tinha agenda telefônica, opções de toques e três jogos. Isso mesmo!  Três jogos.  O mais famoso era aquele da cobrinha. Quem não ficava empolgado a cada novo recorde? Eu confesso que ficava. No entanto, passados alguns anos, não mais do que oito ou nove, o tão cobiçado aparelho sequer é encontrado em antiquários. Quase mais difícil do que saber onde está o Wally é saber de alguém que ainda tenha aquele modelo de celular. Desapareceu por completo. No lugar dele, com uma velocidade que escorre pelas mãos mesmo sem se sentir, apareceram outros milhões de modelos. Para se ter uma idéia, o Brasil encerrou o mês de setembro com 140,6 milhões de celulares em uso, segundo dados preliminares da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Agora, nessa época de tempos modernos, de gente não tão fina, elegante e sincera, a vez do momento são os 3Gs, Iphones e demais objetos celulares não identificados. É um mercado infinito de opções. Aparelhos sensíveis ao toque, com acesso rápido à internet, que realizam transações financeiras e fotografam e gravam vídeos e armazenam oito ou dezesseis gigas e têm GPS e possuem tecnologia para a transmissão da TV digital e, o que é mais impressionante, ainda recebem e fazem chamadas telefônicas. Ufa! É de tirar o fôlego. No entanto, para aproveitar as comodidades dessa nova geração de telefones, os consumidores vorazes, com habilidade para dizer mais sim do que não, deverão pagar caro. Grande parte dos aparelhos compatíveis com o sistema que estão nas lojas têm preços altos. Para os que ainda não podem comprá-los agora, resta esperar por uma vida mais clara e farta, repleta de toda satisfação.


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