Archive for the ‘redes sociais’ Category

Facebook Brasil se pronuncia sobre o “apocalipse das páginas”

October 10th, 2012

CIA2

Postado por: CIA2

Se você é dono de página no Facebook.. TREMEI!

Desde o mês passado, a ~puliça do Facebook~ tá promovendo uma verdadeira limpa na rede social. No final de agosto, eles anunciaram o início da sua cruzada contra páginas, perfis e likes falsos (veja aqui) e/ou irregulares e, a partir de setembro o Kissuco começou a ferver geral.

No Brasil, tem rolado o “Apocalipse das Páginas“, nome dado pelos próprios (ex)autores das mais de 100 páginas excluídas sem aviso, notificação, beijjo na boca ou cartãozinho animado. Tentamos entender junto aos criadores das páginas o que poderia ter motivado as exclusões, mas todos foram enfáticos em afirmar que nunca fizeram nada de errado ou que ferisse os Termos de Uso do Facebook.

Mas é aí que eles nos se enganam…

 

 

Por conta do bafafá gerado pelo post “Apocalipse das Páginas“, recebemos uma ligação da galera do Facebook com alguns esclarecimentos bem importantes pros autores das páginas excluídas e de todas as outras que ainda estão no ar. De acordo com o Facebook, todas as páginas foram deletadas porque violaram, SIM, os Termos de Uso do site, a maioria por propaganda irregular.

O motivo da não notificação de exclusão, de acordo com o Facebook é: “parte-se do princípio que quem cria uma página está de acordo com eles [os Termos de Uso], afinal a pessoa concordou explicitamente com eles”. Pois é… aceitou, não leu, não pode reclamar!

A gente também não tinha lido esses Termos ainda, mas recomendamos MUITO que você, dono de página, faça isso >>> AQUI.

<pode ir tranquilo, a gente espera você voltar!>

 

Leu? Muito bem! Agora queremos chamar sua atenção para o que diz o parágrafo III:

 

“III a) É PROIBIDO FAZER PROPAGANDA DE TERCEIROS NAS PÁGINAS”

Qualquer tipo de divulgação de terceiros em páginas (sejam posts, links para lojas de outros, etc) é terminantemente proibido. Ou seja, se você tem uma página de sucesso e quer ganhar dinheiro com ela, desista do modelo publi-editorial. Se você for pego falando de outra marca que não a sua própria, você corre o risco de ser excluído.

De acordo com o Facebook, a proibição rola por uma questão de respeito ao usuário: “parte-se do princípio de que seu eu curto e assino o conteúdo daquela página especificamente,  receber notícias, conteúdo de humor, etc, apenas dela e não de seus parceiros”, dizem eles.

Isso meio que joga um balde gigante de água fria na cabeça da galera que via o Facebook como o ~novo wordpress~. Não, o Facebook não é a nova plataforma de publicação pra quem quer investir em conteúdo próprio e ganhar dinheiro monetizando a audiência através de anúncios e patrocínios, como em um blog por exemplo.

O conteúdo que você posta no FB não é seu (já que ele pode ser deletado sem aviso prévio/póstumo a qualquer momento) e, aparentemente, a única ~entidade~ que pode ganhar dinheiro diretamente com ele é o próprio Facebook.

No Descolinks dessa semana chamamos o Edney @Interney Souza pra comentar esse babado (assista aqui) e ele definiu muito bem a situação: “a gente acha que o Facebook é da gente, ele não é! Você está criando audiência pra um site que não é seu e se amanhã eles decidirem mudar as regras no meio do jogo, não há nada que você possa fazer”.

É isso aí! Se você não está satisfeito com essa situação, passeata na frente do Facebook não vai resolver… a regra é clara e está descrita detalhadamente nos Termos de Uso.  Se você curtiu, compartilhe acate! Se não curtiu, procure outro lugar pra realizar o sonho de ficar rico na interwebz! :)

 

UPDATE 08/OUT —> Pessoal perguntou se pode fazer publi-editorial no blog e então divulgar o link do post no Facebook. A resposta: pode, mas essa divulgação no Facebook não pode ser para vendas (por exemplo: “clique aqui e compre essa geladeira”). O grande problema é quando você tenta vender alguma coisa no ambiente feito para conteúdo (a Timeline).

 

Ctrl +C | Ctrl +V: youPIX

Marcas ignoram fãs no Facebook

June 21st, 2012

CIA2

Postado por: Comunicação Digital


Você sabia que cerca de 70% das marcas ignoram seus fãs no Facebook? Pois é. Não parece, mas essa rede não é tão interativa assim. Esse dado foi divulgado pela Socialbakers, empresa especializada em análises em mídias sociais.

Antes dos dados sérios, vimos este vídeo em um post sobre o assunto e achamos muito adequado para ilustrar o contexto:

Continuando…
Segundo o estudo mais recente divulgado pela empresa:

  • Mais de 25% das páginas fecham seus “murais” para comentários e perguntas dos fãs, nem precisamos dizer que o erro começa aí, não é mesmo?;
  • 07 em cada 10 questionamentos não são respondidos, ou seja, as marcas atentam-se tão pouco que respondem apenas 30% das perguntas dos fãs;
  • O tempo médio de resposta das empresas no Facebook está em torno de 26 horas;
  • Aos donos de páginas, #ficadica: seus consumidores não vão comprar de você apenas por você ter uma página no Facebook ou em outras redes sociais. Se a primeira coisa que vem a mente quando se pensa em rede social é interação, então leve isso realmente a sério.
  • Aquelas regrinhas básicas que você vê por aí, e que a Socialbakers também acha realmente importante, pelo visto não estão sendo colocadas em prática. Então, vai aí de novo:
  • Deixar a página aberta para interações, comentários e questionamentos é fundamental quando se está em uma rede social;
  • Responder aos questionamentos, e se possível sem enrolação! Como usuários, todos sabem que ninguém está muito disposto a esperar por informações hoje em dia;
  • É importante ser simpático, atencioso, e manter uma postura ética e de acordo com o posicionamento da marca. Mas sem ser chato e forçado;
  • Ficar atento em dados mensuráveis e não mensuráveis: é preciso saber capturar informações de comportamento também, para enxergar oportunidades e ter insights;

Planejar, experimentar, definir linhas estratégicas, analisar resultados e retornos, e por aí vai…

(Essas informações não ficam tão obvias quando lembramos que 70% das marcas não estão praticando os princípios básicos)

A Socialbakers também divulgou um ranking dos setores mais engajados e dedicados no Facebook:

Apesar de dicas e dados, não acreditamos em uma fórmula mágica para retorno nas páginas. O negócio é ficar atento, saber “ler” os dados que os próprios consumidores dão, fazer testes e levar a sério o relacionamento que você, como marca, está construindo. E lembrar, quantidade é diferente de qualidade: é preciso eleger um objetivo real e palpável para uma marca no mundo online.

As diferenças entre usuários do Facebook e Twitter

April 23rd, 2012

CIA2

Postado por: Núcleo de inovação CIA2

Hi-Mídia e M.Sense mapeiam comportamento dos usuários de redes sociais no Brasil para saber as diferenças de postura

A Hi-Mídia e a M.Sense realizaram um estudo em que mapearamm o comportamento do usuário de redes sociais no Brasil. Entre os entrevistados, 95% dos respondentes utilizam redes sociais. A rede mais acessada é o Facebook, com 86% dos entrevistados, ficando o Orkut com 63% na segunda posição. Foram ouvidas 484 pessoas em todo o país durante o mês de março.

A pesquisa revela que o Facebook tem forte apelo para comunicação com amigos e familiares, segundo 81% de seus usuários. Já o Twitter, acessado por 32% dos pesquisados, tem como principal objetivo a atualização de notícias e acontecimentos para 58% dos entrevistados que possuem conta. As demais redes aparecem com percentuais menores de acesso, com 33% para o Google+, 22% para Linkedin e 16% para o Badoo e 10% para o Sonico. Uma parcela considerável dos pesquisados, 63%, afirmou ainda usar o Orkut.

Confira abaixo o infográfico completo:

Clique na imagem para ampliá-la

Instagram: do zero a US$ 1 bilhão em 17 meses

April 13th, 2012

CIA2

Postado por: CIA2

Visually detalha desde o lançamento do Instagram em outubro de 2010 até ser adquirido pelo Facebook

Quando Instagram lançou seu primeiro aplicativo em outubro de 2010, ninguém imaginou que seria adquirido por US$ 1 bilhão. O aplicativo registrou quase 200 mil usuários na primeira semana, já em fevereiro tinha 1,75 milhões de usuários, sendo que três meses depois o número saltou para quatro milhões. Confira abaixo um infográfico da Visually que detalha os 17 meses de atuação do Instagram no mundo digital.

 

Como seria o Facebook e o Twitter nos anos 80 e 90

April 4th, 2012

CIA2

Postado por: CIA2

O pessoal do Squirrel Monkey criou um vídeo mostrando como seria o Facebook, se ele tivesse sido inventado na década de 90 (se você não tivesse scanner, bastava enviar uma foto por correio que em até um mês seu perfil seria atualizado!) e o Twitter, nos remotos anos 80 – é um passeio de volta aos tempos em que a vida na área da informática não era fácil.

Boa viagem de volta ao passado:

Mídias sociais devem ser parte da estratégia, diz Gartner

April 4th, 2012

CIA2

Postado por: CIA2

Segundo instituto de pesquisas, companhias ainda não viram o valor desse posicionamento, que tem o poder de transformar negócios e garantir competitividade.

Mais do que simplesmente permitir o acesso a sites como Facebook e Twitter ou mapear a marca nesses locais, mídias sociais devem ser parte da estratégia corporativa. “Pesquisas mostram que a adoção de ferramentas sociais no Brasil não estão no topo de prioridade dos CEOs ou CIOs. Isso tem de mudar, o poder dessas tecnologias é enorme para os negócios “, observa Cassio Dreyfuss, vice-presidente do Gartner.

Ele diz que não basta apenas adotar uma estratégia, mas que é preciso ir além e gerenciá-la, desenhando processos nos quais as ferramentas sociais serão protagonistas. “Estamos vendo um movimento interessante que as empresas começam a usar ferramentas sociais em nuvem privada para aprender a lidar e a se familiarizar com esse universo, e, depois, ampliam a presença nesse setor”, relata.

De acordo com ele, esse universo ganha aditivo ao integrá-lo com Business Intelligence (BI) e plataformas de colaboração. Ele lembra, no entanto, que TI sempre tem de andar alinhada aos negócios. “TI é instrumento para aumentar competitividade e agregar valor.”

Redes sociais, mobilidade, cloud computing e gestão da informação são considerados pelo Gartner focos de atuação das empresas nos próximos meses, prática que o instituto de pesquisas batizou de Nexus. “Elas vão impactar e transformar os negócios”, sentencia Dreyfuss.

Sobre mobilidade, o analisa aponta que as organizações já se renderam ao movimento do Bring Your Own Device (BYOD), que permite que funcionários utilizem dispositivos pessoais no ambiente de trabalho. “TI precisa trabalhar com as diversas áreas para transformar essa onda em oportunidade”, aconselha.

Para ele, a migração para cloud é necessária. “Poucas empresas precisarão saltar 100% para as nuvens, mas todas deverão mover-se nessa direção”, afirma. Cassius cita um ponto intrigante gerado por duas pesquisas realizadas pelo Gartner com CIOs no Brasil. Uma delas, no final de 2010, mostrou o grande interesse desses profissionais pelo conceito de cloud computing. No entanto, no final de 2011, um outro estudo constatou que, apesar do forte interesse pela computação em nuvem, a sua adoção aconteceu bem abaixo das expectativas do Gartner.

Cassius foi buscar em campo as respostas. “Precisava saber o que estava acontecendo e descobri que, na verdade, os CIOs  brasileirostemiam a nuvem. Achavam que o modelo poderia ofuscar suas funções, assim como aconteceu há 20 anos, quando temiam perder importância na empresa por causa do outsourcing. Sendo assim, houve retração na adoção”, diz o analista, para quem essa preocupação não tem o menor fundamento.

Ainda assim, cloud computing, prossegue, ganha espaço na medida em que os gestores de TI reorientam o foco das ações da área e aplica a tecnologia nos negócios. “Já vi esforços da TI para educar os negócios sobre as possibilidades de TI, mas nunca vi o inverso e acredito que os profissionais de TI têm de empunhar essa bandeira”, afirma.

E o executivo alerta: “Esqueça tudo o que você aprendeu sobre gestão da informação!”. Segundo ele, porque dados estruturados não são mais a única fonte de uma empresa e é preciso mudar a forma de ter acesso a eles e aos que são gerados de redes sociais, câmeras de vigilância etc.

Para que companhias tenham sucesso, Dreyfuss aconselha que elas busquem inovar. “As organizações precisam disso para avançar e ganhar competitividade. Inovação precisa ser impulsionada pelos negócios. Mais uma vez, TI torna isso possível.”

Ferramentas de TI que ajudam a colocar a case em ordem também são importantes nesse quadro, observa. “Muitas vezes, TI é o setor mais mal arrumado da companhia. Ele atende a solicitações diversas e esquece de olhar para si. Se a área não for não for moderna, equipada e com tecnologias recentes, o valor que TI poderá entregar para os negócios é reduzido”, finaliza.

Fonte: Computerworld

Os números do Facebook no Brasil

February 8th, 2012

CIA2

Postado por: CIA2

O tempo médio de permanência por mês chega quase a sete horas por mês contra 1h49m no Orkut

O Facebook divulgou uma série de estatísticas sobre sua versão brasileira. Os dados foram reunidos no infográfico publicado abaixo.

Segundo eles, o Orkut está comendo uma bela poeira. O usuário brasileiro do Facebook tem gasto em média quase sete horas por mês no site. Enquanto isso, o orkuteiro fica em média 1h49m na sua rede social preferida.

Outro dado interessante é que as mulheres estão acessando mais o Facebook que os homens no Brasil. Elas são responsáveis por 54% dos acessos contra 46% dos homens.

Fonte: LinkEstadão

Siga-nos no facebook você também: fb.com/cia2fanpage

Fan Page – Curtir!

July 11th, 2011

CIA2

Postado por: CIA2

Comece a Curtir nossa Fan Page no FaceBook!

 

A evolução das mídias sociais

July 6th, 2011

CIA2

Postado por: CIA2

Evolução da tecnologia e da comunicação até o surgimento da internet e das mídias sociais

Você consegue imaginar como seria a sua vida hoje sem as mídias sociais? As redes sociais surgiram muito antes da internet. Depois, o avanço das tecnologias permitiu a comunicação à distância que culminou no início da internet nos anos 1990. Nos anos 2000 a internet cresceu e, com isso, inicia-se o ‘boom’ das mídias sociais.

O infográfico abaixo mostra como foi esta evolução da tecnologia e da comunicação até o surgimento da internet e das mídias sociais.

Fonte: Proxxima
Post By: Wagner Fontoura

O Twitter vai bem, obrigado

July 5th, 2011

CIA2

Postado por: CIA2

Quem por aí anda dizendo que o Twitter está fraco? Engana-se quem assim pensa. Dados revelados pelos próprios admins da ferramenta revelam que o número de tweets diários, que em 2009 era de 65 milhões, acabou de atingir 200 milhões! Isso mesmo, mais de 1 bilhão de tweets por semana com muito conteúdo nem sempre.

O volume de mensagens é astronômico e tende a aumentar ainda mais. Confira alguns fatores que elevarão o número de usuários do microblog mais famoso do mundo:

  • Popularização do uso de Smartphones: Está cada vez mais barato – e fácil – comprar um smartphone. Já não é mais exclusividade dos integrantes de classes A e B poder andar por aí com o seu QWERTY ou TouchScreen;
  • Internet via Chips Pré-Pagos: O WAP antigamente era muito caro. Atualmente tem operadoras oferecendo navegação diária por R$ 0,50 ou mensal de R$ 9,90 em celulares com chip pré-pago, onde a ativação é feita através do envio de um SMS gratuito;
  • Ascensão das classes C e D: O crescimento econômico no Brasil proporcionou a busca de novas tecnologias por estas classes. A informação está ao alcance de todos;
  • PNBL e outros projetos: A licitação da banda 4G para a área rural brasileira que terá operação iniciada em 2012 e o recente anúncio de operacionalização do PNBL trarão ainda mais usuários para a web brasileira.

Dados do Twitter no Brasil

O passarinho anda pousando por aqui também. Segundo dados divulgados pela Revista TIME norte americana e publicados no Brasil pela Superinteressante, nós estamos na segunda posição (atrás da Indonésia) no número de usuários do Twitter em relação à quantidade máxima de residências com internet, tendo também EUA na 11ª posição e Índia na 18ª.

A matéria trouxe também a relação de crescimento do Twitter de acordo com a região dos usuários, ficando:

  1. América Latina (305% de crescimento)
  2. Ásia e Pacífico (243%)
  3. Oriente Médio (142%)
  4. Europa (106%)
  5. América do Norte (22)

Não sabe ainda o que é o Twitter?

É difícil que alguém ainda não conheça o Twitter, mas não impossível. Confira este vídeo que pode ser facilmente encontrado na web com legendas para português (de Portugal), que explica o que é o Twitter:

Fonte: Equipe HostDime

Marcas são feitas com as pessoas

June 20th, 2011

CIA2

Postado por: Núcleo de inovação CIA2

Co-criação, redes sociais, interatividade, anúncio de televisão e internet. Nada disso é novo, certo?! O que não é assim tão comum são as possibilidades de conseguir mesclar esses formatos, tendências e inovações.

Alguém uma vez comentou que o Facebook era a nova Rede Globo, devido ao grande número de marcas e anunciantes estarem investindo em um espaço com um nível importante de audiência.

Mas a grande diferença de um Facebook para uma Rede Globo é a possibilidade de interação e engajamento. Algo que uma emissora de televisão, e não importa qual seja ela, ainda não consegue fazer.

Em uma rede social qualquer como o Facebook, a mensagem da marca pode ser reverberada, passada a diante e viralizada.

Vantagens como essa tornam o Facebook, a única grande rede social capaz de suportar presenças efetivas de marcas e ativações de marketing, essa Rede Globo da internet.

Outro modelo de envolvimento de marca com consumidores é a co-criação, mas que também não é nova.

Mas o que é a co-criação na sua essência? É um ato social que contempla a participação de pessoas na produção/criação de alguma coisa que é, na realidade, executado por uma corporação.

Agora, imagina como pode ser valioso para uma marca juntar co-criação e rede social para potencializar o envolvimento com as pessoas, ou melhor, com os consumidores. É o social intrínseco à marca, de verdade.

É exatamente isso que a Volkswagen está fazendo no Canadá.

Ela foi ao Facebook, se aproveitou da sua fanpage regional (veja aqui) e inseriu ali uma campanha que convida os consumidores a ajudarem na criação de um novo comercial da montadora.

Mesmo ainda na primeira fase da campanha, a Volkswagen está conseguindo receber muitas participações por facilitar o processo de envolvimento, que ocorre de forma orgânica na rede social.

Vamos pegar esse exemplo para tê-lo como aprendizado. As pessoas são feitas de estímulos, e as marcas, hoje, são feitas com as pessoas.

Fonte: Proxxima
Artigo by: Gabriel Jacob

Nike escreve o futuro e marca golaço no Facebook

May 26th, 2010

CIA2

Postado por: Núcleo de inovação CIA2

A Nike faz uma das maiores campanhas publicitárias da historia do Facebook, a ação é parte da preparação para a Copa do Mundo, segundo a empresa.

A Nike permite aos fãs de sua página dedicada ao futebol, a “Nike Football” serem os primeiros a verem o anúncio de três minutos com estrelas patrocinadas pela empresa como Cristiano Ronaldo, Didier Drogba, Wayne Rooney, Ronaldinho e Landon Donovan. Roger Federer, Kobe Bryant e até Homer Simpson participam do video. A estratégia da Nike angariou milhares de novos fãs.

Junto ao novo vídeo, a Nike está lançando uma promoção em sua fã page chamada ‘Take the Stage’. A competição, exclusiva para residentes do Reino Unido, leva o ganhador para passar duas semanas na África do Sul, juntamente com Anton Ferdinand e Tinchy Stryder e fazer uma cobertura informal sobre sua experiência através de vídeos, artigos, tweets, fotos, etc.

O video”Write the future” mostra jogadores de futebol em momentos decisivos. Em uma cena, Wayne Rooney é mostrado com um passe sendo interceptado por um outro jogador, Ribery da frança, e logo em seguida aparecem flash’s futuros de sua carreira arruinada. Em seguida, Rooney reuni forças e persegue o interceptor e obtém o controle da bola. O que se segue: O jogador recebendo o título nobiliárquico britânico, uma sala de parto cheio de crianças chamadas Wayne e , por fim, Rooney ganhando facilmente Roger Federer no tênis de mesa. Em poucos dias alcançou quase 6 milhões de exibições no Youtube.

Fonte: Mídias Sociais

A eleição da mídia social

May 17th, 2010

CIA2

Postado por: Geison de Mendonça

Depois de Barack Obama, partidos sonham repetir sucesso na internet registrado nos EUA. A expectativa não é obter altas doações – como ocorreu entre os norte-americanos -, mas medir desempenho pelas redes como Twitter, influenciar indecisos e conquistar eleitores jovens.

A internet é a menina dos olhos dos partidos políticos. Ao menos nestes dias em que a propaganda eleitoral com a permissão de comícios ainda está vetada – a data para seu início é 6 de julho. Não é à toa, portanto, que escritórios de advocacia especializados em direito digital estão vivendo momentos intensos ultimamente, com muita solicitação de trabalhos de consultoria e orientação por parte das legendas e de agências de marketing político.

Mas especialistas acreditam que, mesmo com a liberação da campanha eleitoral na TV e no rádio (o que acontecerá a partir de 17 de agosto), o digital ainda ocupará um bom espaço na estratégia dos partidos. Um dos fatores que alimenta esse posicionamento é o sucesso de Barack Obama na eleição presidencial dos Estados Unidos.

Cerca de um ano atrás, a estratégia do então candidato democrata para cativar eleitores era uma das apostas para o Festival de Cannes de Publicidade. Prova disso é que o case entrou para a 23ª edição do Cannes Predictions, a lista de candidatos a Leões feita pela rede Leo Burnett. E, no final, saiu ganhadora, levando para a equipe do atual presidente os Grand Prix de Titanium e de Integrated, justamente os mais cobiçados.

Por aqui, a estratégia digital dos candidatos às eleições deste ano talvez não ronde prêmios de publicidade. Também não se deve esperar que o papel da internet seja tão impactante para a campanha como foi nos Estados Unidos em relação a um dos aspectos que se sobressaíram nas eleições norte-americanas: a arrecadação de dinheiro por meio de doações dos internautas (angariadas especialmente via e-mail marketing). “Por uma questão de cultura do brasileiro, não veremos volumes altos. Mesmo entre os usuários de internet, muitos não praticam o e-commerce”, observa Patrícia Peck, sócia do escritório Patrícia Peck Pinheiro, focado em direito digital e segurança da informação.

Ainda que nesse sentido não haja perspectiva de grandes avanços, está claro que este será a primeira campanha eleitoral em que a internet – e em particular a mídia social – exigirá dos presidenciáveis uma atenção mais do que especial. O fato é que o tema da internet já tomou o noticiário geral da mídia e inclusive envolveu a substituição de um filme da campanha de 45 anos da Rede Globo.

“O principal papel da internet será de trabalhar indecisos e de conquistar o público jovem. Será importante gerar aderência por meio das ferramentas digitais”, analisa Patrícia. A advogada comenta que se sairá bem aquele que conseguir conquistar os formadores de opinião, os blogueiros e, claro, o público que ela chama de 3.0, ou melhor, a faixa entre 16 e 25 anos, que está constantemente interagindo.

Na visão de Patrícia, mesmo com o início da campanha na mídia de massa, o digital ainda terá muito a oferecer. “A internet será alimentada ainda mais. As opiniões a respeito da propaganda na TV vão aparecer no YouTube e nas redes sociais. A web perpetuará o que vai acontecer na TV e até poderá ajudar a produzir o que será mostrado depois nos programas da campanha eleitoral”.

Essa influência vale para os debates que vão acontecer na televisão (a web também permite esse tipo de embate). “Na véspera, as discussões na internet vão gerar posicionamento. E durante o debate o candidato poderá medir se está se saindo bem”, diz.

Reino Unido
A eleição geral britânica deste ano – cuja votação aconteceu na quinta-feira 6 – foi considerada a primeira da mídia social. É verdade que desta vez causaram burburinho os debates transmitidos pela TV (que não eram um hábito no Reino Unido). Mas eles também foram acompanhados pelos celulares. Além disso, os eleitores fizeram seus tweets e comentários no Facebook durante esses eventos, dando aos candidatos retornos instantâneos, entre eles dicas para melhorar a aparência.

Segundo o jornal The Guardian, após o terceiro debate foram computados 154.342 tweets relativos à discussão dos líderes na TV. Um estudo da Echo Research mostrou que a mídia social foi bastante usada pelo público entre 18 e 24 anos (42%). A consultoria informou ao diário inglês que cerca de metade da população buscou informações online sobre os candidatos e os partidos. Ao final, a vitória coube ao Partido Conservador, que conquistou a maioria dos assentos no parlamento. Durante o último debate, os conservadores disponibilizaram na home de seu site um sistema para mostrar comentários postados no Twitter.

Criatividade
Questionada se haveria chance de surgir algum case surpreendente nas eleições daqui, Patrícia Peck acredita que sim. “A gente não pode esquecer a criatividade do brasileiro e também sua adesão às redes sociais”. Ela diz que é possível surgir uma peça criativa do próprio eleitor no YouTube. “A gente tem uma experiência grande de mídia social, mais do que muitos países. Somos grandes adeptos”, reforça.

Patrícia lembra que o trabalho dos especialistas se estenderá para além do processo eleitoral. Isso porque a votação pode passar, mas o conteúdo continuará no ar, demandando atenção e inclusive investigação se for apontada alguma irregularidade nas ações digitais.

Para conhecer algumas regras para ações digitais nestas eleições, leia abaixo:
- A propaganda eleitoral na web está liberada a partir de 6 de julho. O que for “ato de vontade” não tem prazo de início – por exemplo, simpatizantes podem abrir espaço nas redes sociais para se manifestarem. Estão vetados anúncios pagos na internet. Sites de órgãos do governo ou entidades da administração pública não podem exibir propaganda

- Debates estão permitidos. A participação de candidatos nesses encontros não é considerada propaganda antecipada

- Existe direito de resposta na web. Sua solicitação tramitará com prioridade na Justiça Eleitoral

- E-mail marketing e SMS visando campanha eleitoral também estão autorizados. O receptor das mensagens poderá solicitar o fim do envio desse material. O prazo para isso é de 48h, sob pena de multa de R$ 100 por mensagem

- A boca de urna digital pode ficar no ar mesmo no dia da votação. Não há limite temporal para a veiculação de propaganda eleitoral gratuita na web

Fonte: M&M

Estudo confirma que combinação de anúncios e midias sociais é a melhor opção

February 7th, 2010

CIA2

Postado por: Núcleo de inovação CIA2

Internautas lembram mais da marca ou produto quando são impactadas conjuntamente por anúncios pagos em buscas e mídias sociais

A pesquisa realizada pela comScore, GroupM e M80 indicou que o internauta está mais propenso a manter a marca na “mente” se virem uma combinação de anúncios pagos em buscas com os meios de comunicação social. O estudo é o “The Influenced: Social Media, Search and the Interplay of Consideration and Consumption.

Segundo dados do estudo, 45% dos internautas são influenciados pela marca quando são atingidos somente por anúncios pagos em busca. Já 64% confirmaram que a marca fica realmente na “mente” quando existe a combinação dos anúncios pagos em busca com informações nas mídias sociais. Outro dado importante que a pesquisa revelou foi que 77% são melhores impactados quando mescla os anúncios pagos com informações diretas da marca na mídia social.

“Todos os consumidores manifestaram sua intenção através de pesquisa. Agora, podemos entender melhor como que a intenção é estabelecida através de meios de comunicação social e da interação entre os canais”, disse Chris Copeland, CEO do GroupM.

O efeito foi ainda mais acentuado quando se trata de pesquisas sobre o produto e não a questão da marca. Os usuários foram influenciados quase três vezes mais quando são atingidos por meios das pesquisas pagas e mídias socias, em comparação somente com os anúncios pagos de busca.

“Essa descoberta oferece uma forte evidência de que investir em marketing social pode aumentar os valores da marca e trazer maiores taxas de conversão, uma vez que o consumidor decidiu comprar”, finalizou Graham Mudd, vice-presidente da comScore.

Fonte: ProXXIma News

Tweets em grupo?

November 25th, 2009

CIA2

Postado por: CIA2

Conhece o TwitFlock, a nova ferramenta do Twitter?

twitflock

No último dia 18 o serviço de microblog Twitter disponibilizou para seus usuários mais uma ferramenta muito massa: o TwitFlock. O termo faz alusão a ‘revoada’, flock em inglês.

Com o usuário e senha do seu perfil do Twitter você se cadastra no TwitFlock e passa a ter um grupo. A partir daí, basta indicar perfis de outros usuários que poderão realizar tweets enviando DMs para o seu grupo, que automaticamente serão transformados em twittadas.

Não é necessário que os usuários tenham acesso a senha e quando não quiser que alguém continue enviando tweets em seu grupo basta excluí-lo.

Como o texto da própria página da ferramenta diz:
“Todos os twitteiros que você cadastrou, agora podem falar dentro de um mesmo perfil de twitter”


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