Postado por: Assessoria de imprensa CIA2
Marcelo Tas esteve em Porto Alegre e deu entrevista ao Baguete Diário. Nela, ele fala sobre mídias sociais e em geral.
Vale a pena a leitura!

Uma versão online do CQC é questão de tempo. É o que se deduz da conversa com Marcelo Tas, apresentador do programa veiculado na Bandeirantes, que esteve em Porto Alegre na quinta-feira, 29, palestrando no Congresso de Gestão de Pessoas, promovido pela ABRH-RS na PUC-RS.
A terceira maior audiência da noite de segunda-feira, com 6.5 pontos no Ibope, representando 390 mil domicílios, ainda não tem uma presença que corresponda ao seu potencial online, já explorado pelos participantes em iniciativas isoladas.
“Existe agora uma oportunidade enorme de patrocinar o CQC na web, aliás, nós já estamos na rede”, comenta o apresentador. Os seis integrantes do programa juntos tem mais de 2 milhões de seguidores no Twitter, por exemplo. “Essa audiência deve ser maior do que da novela das oito da rede Globo”, declara o apresentador.
Tas foi um dos pioneiros do uso comercial do microblog, onde hoje já soma mais de 426 mil seguidores. O perfil publica tweets patrocinados sobre o produto Xtreme da Telefônica, por valores não divulgados. “A polêmica gerada junto aos meus seguidores contribuiu para melhorar o serviço”, acredita Tas.
Para o jornalista se a publicidade não estiver dentro dos blogs e redes sociais, em breve não estará em lugar nenhum, devido à dificuldade de atingir o público. “Se os anúncios continuarem só no Jornal nacional e na Veja, por exemplo, daqui a pouco não tem mais ninguém comprando nas casas Bahia e tomando Pepsi”, enfatiza.
Embora o contrato com a Telefônica termine no final do ano, Tas diz que está pronto para receber novos anunciantes, assim como o programa CQC também está. “Não acredito em veículos que não tenham patrocinadores ou que tenham anunciantes apenas estatais, pois isso revela um grau de limitação editorial”, analisa.
Segundo Tas, não se trata de uma promessa, mas de uma constatação de que a audiência dos integrantes do CQC é extremamente alta, porém não aproveitada. “Estamos muito dispostos a realizar uma versão web do projeto”, comenta.
A concretização da proposta, de acordo com Tas, esbarra na Bandeirantes e ainda nos próprios anunciantes. “Acredito que os patrocinadores no início comprariam a ideia na baixa, mas com o programa também foi assim. Nos primeiros oito meses o CQC operou no vermelho e hoje temos empresas na fila para anunciar”, conclui.
Fonte: Baguete Diário Entrevista realizada por: Juliana Franzon